Pai e filho morrem após caírem de prédio em Osasco, SP

REVOLTA:

E eu fico me perguntando: Onde vamos parar? Talvez essa seja a velha pergunta de todo o povo brasileiro. Faltam as palavras, o que pensar, somem os argumentos e o que a mídia mostra é apenas parte do que o nosso país vive diariamente, VIOLÊNCIA dentro dos próprios lares.

Dá vontade de chorar, de gritar, de xingar...quanta tristeza.

DESAMOR um dos significados no dicionário para esta palavra é: INEXISTÊNCIA DE AMOR! Está aí a chave que revela o coração do homem sem Deus nos dias de hoje!

Mais uma criança...um anjo...um inocente...morto pelo próprio pai...um anjo que suplicou para que o pai não fizesse aquilo, se jogar do 13° andar de um prédio em Osasco/SP, na noite de 17/02/14. Quem deveria dar amor, segurança, proteção, se transforma num monstro, um demônio, ASSASSINO.

Deus tenha misericórdia!! Deus faça e seja sempre, nossa JUSTIÇA!! Deus nos ajude a não nos perder em meio a tanta indignação, para não ficarmos com o coração endurecido e desacreditado.

O Espírito Santo console os corações feridos!



INFORMAÇÕES G1:


O corpo de Ivan Pesquero Mattos de seis anos jogado do 13º andar de um prédio pelo pai em Osasco, Grande São Paulo, foi enterrado na manhã desta quarta-feira (19) no cemitério Alpha Campus em Jandira, Grande São Paulo.
Já o corpo do pai, Edemir de Mattos, foi enterrado em Campinas também nesta quarta. O condomínio onde fica o prédio amanheceu pichado com a frase "Que Deus conforte toda a família".
A professora de química Célia Regina Pesquero, de 49 anos, mulher do professor, foi socorrida por vizinhos com suspeita de fratura no maxilar e com o rosto ensanguentado. Segundo a polícia, ela foi agredida pelo marido durante a briga.Na segunda (17), Edemir de Mattos se jogou do 13º andar do prédio onde morava, agarrado ao filho Ivan, após briga com a mulher.
O caso
Segundo as testemunhas relataram no plantão do 5º Distrito Policial, por volta das 22h de segunda, eles ouviram uma discussão entre o casal no apartamento. A criança chorava no colo do pai. Os dois estavam sentados no parapeito da sacada do 13º andar. A tela de proteção estava cortada. Edemir usou uma faca para fazer isso.

G1 não conseguiu localizar Célia para comentar o caso. Segundo os vizinhos, ela gritava e pedia para Edemir não pular com o filho. Moradores tentaram entrar no apartamento, mas a porta estava trancada. Eles não souberam dizer porque a professora não a abriu para eles.
A Polícia Militar foi acionada pelo telefone 190, mas os policiais só chegaram ao condomínio depois do pai ter se jogado com o filho. Os dois foram encontrados mortos no local.

Depois da queda dos dois, a mulher abriu a porta para os vizinhos, que a encontraram com o rosto sangrando. Também havia sangue no apartamento. Quando desceu no hall, ela perguntou se o filho e marido estavam mortos. Para não deixá-la mais nervosa, eles mentiram a ela.

'Apanhava calada'
Os vizinhos não tinham relatos de brigas entre o casal. O que ocorreu na segunda foi a primeira vez, mas no caminho, Célia falou com os policiais militares e lhes contou que “sempre apanhei do meu marido, mas apanhava calada”.

Disse ainda que o professor havia quebrado seu braço entre 2010 e 2011, quando também registrou um boletim de ocorrência numa Delegacia de Defesa da Mulher. Mas como não deu prosseguimento a queixa contra o homem, ela foi arquivada.

Célia falou ainda que estava casada havia sete anos com Edemir, com quem teve o filho Ivan, que comemorou 6 anos no sábado passado, com direito a “festinha de aniversário”.
De acordo com o registro policial, a mulher relatou que seu marido era traumatizado pelo fato de ser separado da ex e ela não deixá-lo ver a filha. Esse trauma era um dos motivos das brigas entre o casal. Durante o relacionamento, Edemir teria dito que iria sumir com o filho e se mataria com ele.

No dia do crime, o pai ainda ficou brincando com o filho no térreo do prédio até as 20h. Depois que os dois subiram ao apartamento, ela preparava um lanche para Ivan, quando o marido, sem motivo aparente, passou a “ameaçar se matar e matar o filho”.
A equipe de reportagem também não conseguiu localizar parentes do professor para falar do caso. Vizinhos disseram que a família dele é de Campinas e a dela, de Penápolis, cidades do interior de São Paulo.

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/02/menino-jogado-do-13-andar-pelo-pai-e-enterrado-na-grande-sao-paulo.html


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