O valor de uma mulher - Por Márcia Resende


Não sei se você concorda comigo, mas tudo está muito diferente hoje em dia! Os tempos são outros, o comportamento das pessoas já não é o mesmo como era antigamente, em varias áreas e sob vários aspectos e, infelizmente, para pior.
O que está acontecendo? O que será que está promovendo esta crise de princípios, valores e conceitos?! Por que o antes era errado, agora é certo?! Por que o que antes era normal, agora é absurdo?!
Vamos conversar um pouco sobre um desses conceitos!
Antes a mulher era elogiada de uma forma linda e poética. Era valorizada pelos compositores de uma forma emocionante. Era chamada de rosa, de joia, pérola, era exaltada como alguém muito importante e valioso. O homem dizia que faria tudo para conquistar o amor da mulher. Hoje, vemos a mulher ser mais desvalorizada do que nunca. Nas músicas ela passou a ser cachorra, piradinha, doidona, safada… Até seu gênero mudou. De animal passou a ser vegetal. Antes era chamada de gatinha manhosa, hoje é a mulher fruta: mamão, morango, melancia… Sem falar das terríveis letras dos famosos e horripilantes funks pornográficos, que descrevem a mulher e o seu comportamento como se fossem todas igualmente “sem vergonha”.
Pense um pouco. A gatinha é delicada, tem que ser bem tratada, tocada com cuidado, carinho e com delicadeza. A fruta é para ser partida e comida, ou muitas vezes, experimentada e jogada fora. Será que a música mudou o comportamento da mulher ou a mulher mudou a inspiração dos compositores? Certamente muitas dessas músicas que denigrem a mulher foram compostas depois de uma festa, de um encontro, de uma balada em que a moça agiu com tanta vulgaridade e leviandade que inspirou a pessoa a compor. Claro, eles sabem também que isso vende, mas por que vende?! Porque os homens se divertem com isso e infelizmente as meninas também. Não pensam no quanto estão sendo desvalorizadas, rotuladas e menosprezadas, até o dia em que são trocadas, feridas, traídas e até mesmo mortas, por “machões” que usufruem da sua “polpa” e do seu “caldo” até o fim e depois abandonam o “bagaço”.
Talvez você pense que estou sendo forte demais ou que essas moças não conhecem Jesus, por isso, talvez, não lerão esse artigo, mas infelizmente muitas moças que já se entregaram a Jesus ou nasceram num lar cristão, outras que estão dentro da igreja, têm se deixado levar por carência, pura diversão ou prazeres momentâneos. Mas ao final, quando o “dia amanhece” voltam totalmente despedaçadas, feridas, amarguradas. Algumas nem voltam, se desviam totalmente, se revoltam contra Deus, caindo totalmente nas garras do diabo, indo para a prostituição, homossexualismo e até suicídio.
Querida, não podemos nos enganar. Há uma estratégia muito grande de satanás em inverter os valores, de mentir dizendo que o que Deus disse não é verdadeiro, assim como o inimigo fez com Eva, ele continua enganando a mulher, levando-a até o fundo do poço, até a morte.
Precisamos orar, vigiar, pedir que o Senhor restitua em nós o verdadeiro valor. Nunca se desvalorize por qualquer motivo e nem pense que você é menos do que é. Cor da pele, posição social, grana, escolaridade, fama não indicam o nosso valor. Fomos todas igualmente criadas e amadas por Deus, e Ele tem o melhor para nós. O Senhor não nos chama nem de gatinha manhosa, mas sim de ovelhas, de menina dos Seus olhos, preciosas, mais valiosas do que joias caríssimas e o que é mais lindo, somos Sua noiva e Ele é apaixonado por nós. Seja forte, confiante, segura. Seja apaixonada por você mesma. Tenha certeza que Deus não muda, Seus valores não mudaram, Sua mente não mudou e Seus planos continuam os mesmos para nós. Ele quer restituir em você a alegria e o prazer de ser mulher, a mulher que Ele fez com Suas próprias mãos e quer que ela seja feliz.
Márcia Resende- Pastora voluntária da Igreja Batista da Lagoinha, compositora, ministra de louvor e apresentadora do programa Sempre Feliz da Rede Super de Televisão.
Fotos: Internet

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