Diário de Bordo - Mamãe Cila, a mãe do meu coração!



Hoje no meu Diário de Bordo quero falar um pouquinho da querida mãe do meu coração, a mulher que me criou e educou, mamãe Cila. Ela que me viu nascer e acompanhou tantos momentos da minha vida merece toda honra, foi quem me apoiou quando meus pais biológicos se separaram e creio que a amizade desta mulher com minha família foi sim um verdadeiro plano de Deus. 
Mamãe sempre foi muito carinhosa comigo, atenciosa, preocupada e dedicada, nossa relação sempre foi de companheirismo e muita amizade, confidentes. Suas demonstrações de amor nunca foram baseadas em ficar me dizendo que me amava, eram nas ações, atitudes, no olhar, que percebia isso. Uma mulher marcada por tantos sofrimentos na vida, não me tratou como foi tratada na sua jornada, não cresceu rodeada de amor e carinho, porém, soube me dar exatamente tudo o que precisei, essa é minha mamãe Cila. Detesta tirar fotos (risos), principalmente hoje com mais idade, foi com um pouco de insistência que consegui os registros acima.

"Eu só tenho a agradecer a Deus a mamãe por tê-la em minha vida, o que não posso dar ou fazer pela senhora, retribuo em amor, carinho e atenção que merece! Obrigado por estar comigo quando eu me encontrava doente, por me proteger tantas vezes, por permitir que eu dormisse do seu lado por tantos anos, por me ajudar nos deveres de casa, por fazer os trabalhos da escola comigo, por sorrir comigo, por chorar também; obrigado por todas as manhãs deixar o meu café com pão prontinhos para eu comer, por fazer meu prato do almoço tantas vezes, por confiar e acreditar em mim, por ter levado minhas roupas, ter passado, por ter se doado tanto sem nunca reclamar ou esboçar qualquer expressão de insatisfação, sei que faria tudo de novo e muito mais. A senhora deu sua vida para que eu fosse mais feliz. Eu te amo mamãe."

Ter passado alguns dias ao lado de mamãe em Coaraci foi especial pelo fato de estar ao lado dela, por poder conversamos e principalmente pelo fato de levar meu pequenininho Miguel para ela conhecer, literalmente vovó de primeira viagem, ficou babando junto com Rique (pai de consideração). Por outro lado, nosso bebê estranhou muito nossa estadia por lá e isso foi bem desgastante em muitos momentos. Meu filho é meio arredio com pessoas que não conhece, em lugares diferentes, não é um bebê dado, chora e quer apenas eu ou Thaís, isso é extremamente normal, cada criança é de um jeito. Ele nunca viajou para tão longe e nunca se viu  tão distante daqueles que sempre estiveram ao seu lado, a família da minha esposa. Em todo caso, principalmente para mim, só posso agradecer a Deus por poder ter tido a alegria de rever mamãe e retribuir um pouco de tudo o que sempre fez por mim. A nossa história de mãe e filho, somente nós dois e Deus conhecemos com profundidade. 

Fica aqui registrado meu agradecimento a Deus e a está mulher, por absolutamente tudo!

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